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Escritos da Madalena

Escritos da Madalena

21
Jun22

A primavera

Sábado

RG
  😎😎😎   Era Sábado! O primeiro sábado que não trabalhava, há meses. O céu mais azul de sempre estava sobre a sua cabeça, a brisa morna que soprava dava-lhe o abraço (...)
18
Abr22

E agora?

A morte e a azáfama

RG
Tinham passado duas semanas desde a última vez que escreveu alguma coisa sobre a sua "existência", não tinha ido às últimas duas consultas com o Dr. Vilar, tinha dito secamente à (...)
13
Jan22

A continuação do jantar

RG
Estavam incrédulas. Madalena, bebeu um trago de água gelada e voltou a sentar-se à mesa ao pé das amigas. - Quando fiz 38 anos, comecei a pensar nos 40, e olhei para a minha vida, o que (...)
11
Jan22

Os jantares com as amigas

terceira sexta feira do mês

RG
Agora que estava em casa não tinha a mínima vontade de voltar a sair, mas contrariou a inércia que estava a começar a instalar-se lentamente. Mudou de roupa, mala, pegou numa garrafa de (...)
10
Jan22

E o pai Carlos?

Névoa

RG
    Quis escrever sobre o pai, assim como tinha escrito sobre a mãe. Ergueu-se uma barreira. Estranho, não sabia muito sobre a infância do pai, tinha crescido sem mãe, criado pelo pai com (...)
04
Jan22

A mãe Antónia

Os primeiros anos

RG
-Entre - disse secamente o Sr.Óscar - um suor frio percorreu a espinha de Madalena. Lá vinha o segundo raspanete do dia. O raspanete tinha sido em surdina bastante sonora na sua consciência. (...)
03
Jan22

Os avôs

A memórias felizes

RG
Madalena tinha acordado com uma sensação de leveza que lhe era totalmente estranha, tinha adormecido a pensar nos avôs paternos e maternos. Tinham nascido e sido criados na mesma aldeia (...)
29
Dez21

A infância

poucas palavras

RG
"Caro Dr.Vilar, O meu nome é Madalena, nasci há 38 anos em Lisboa, filha de Maria Antónia Pires de Brito e Magalhães, Economista e Carlos Alberto de Souza e Magalhães, Médico. Considero (...)
28
Dez21

38 Continuação

a folha em branco

RG
Madalena levantou-se do sofá a muito custo e dirigiu-se para a escrevaninha de mogno escuro que se encontrava no canto da sala, era a peça mais senhorial e distinta que tinha. Aquela (...)